PF-RS: apóia concursos periódicos

O superintendente da Polícia Federal no Rio Grande do Sul, Ildo Gasparetto, em entrevista, enfatizou a necessidade da elaboração de novos concursos para a área policial e principalmente para a administrativa. Segundo ele, a importância do Pronasci é fundamental para que ocorra uma integração da Polícia Federal com os demais orgãos de segurança. Gasparettto destaca ainda que é essencial a implatação de adicionais de fronteiras para o trabalho de policias em regiões inóspitas. " Temos que pagar melhor esse policiais para eles se fixarem nessas regiões e que no futuro tenhamos delagacias bem servidas", acrescentou. O delegado considera que, com a ajuda do Gabinete de Gestão Integrado (GGI), junto ao Ministério da Justiça, a Secretaria Nacional de Segurança Pública e o Pronasci, a solução para o combate ao crime organizado será encontrada com mais facilidade.

Um dos principais aspectos do Pronasci diz respeito à reoxigenação dos quadros de pessoal dos órgãos de segurança pública, em especial a Polícia Federal, que deverá preencher, por concursos periódicos, 6.020 vagas em cargos das áreas policial e administrativa. Qual a sua visão acerca dessa iniciativa do governo federal?

Ildo Gasparetto - Com certeza essa iniciativa é uma medida que vem ao encontro do que nós administradores esperamos, tendo em vista que hoje, para conserguirmos empregar funcionários, principalmente na parte administrativa, temos que terceirizar muitos serviços e isso não é a melhor maneira de trabalhar no serviço público. Hoje a área administrativa está muito prejudicado dentro da Policia Federal, portanto, essas vagas do serviço administrativo com certeza, além de diminuir os serviços terceirizados, também vão facilitar o trabalho de policiais que fazem esse tipo de serviço hoje no dia-a-dia da superintendência e das delegacias.
Com relação aos policiais, a maior carência que nós temos dentro da polícia federal, sem dúvida nenhuma, é o número de profissionais, por isso que precisamos de efetivos maiores, mesmo que tenha aumentado nos últimos anos bastante nosso efetivo.

Que benefícios o Pronasci trouxe à Polícia Federal desde quando foi implantado?

Na verdade, o Pronasci, para nós, é muito importante no ritmo da integração da Política Federal com os demais orgãos de segurança. O programa tem ajudado muito no trabalho da Polícia Militar e da Polícia Civil, qualificando e integrando todos os orgãos, principalmente com os municípios. Nós entendemos que o futuro da segurança pública vai estar sempre integrando todos os orgãos que combatem o crime e principalmente integrando o objetivo do Pronasci, que é com as vagas municipais e com os prefeitos, a integração nos gabinetes de gestão integrada de todos os municipios e dos estados. Esse é o maior benefício que nós estamos verificando com relação às verbas que têm sido destinadas pelo Pronasci. Essas verbas estão sendo destinadas diretamente às prefeituras e aos governos estaduais, tendo em vista que o objetivo é uma integração e não uma unificação.

Como está a situação de pessoal nas delegacias do Rio Grande do Sul? Quais os cargos que necessitam, urgentemente, de mais profissionais?

Hoje nós temos um curso de agentes na Academia Nacional de Polícia, então, isso deve gerar em torno de 400 oportunidades, mas sem dúvida nenhuma a maior falta que temos nas delegacias é de escrivães e, em segundo lugar, a função de agente. Já temos uma previsão de que o primeiro concurso a sair é de escrivães da Polícia Federal, pois é o que trabalha mais no dia-a-dia nos inqueritos políciais. Este é o cargo que mais estamos sentindo falta nas delegacias e na superintendência.

Quantos servidores trabalham na Delegacia do Rio Grande do Sul? Qual a necessidade atual?

Em torno de 600 em todo o estado do Rio Grande do Sul. Há quatro ou cinco anos atrás, o efetivo era de 400 e hoje estamos em 600 efetivos, podendo chegar à 650 até o final do ano. Devido às muitas fronteiras que temos com Argentina e Uruguai, o ideal é em torno de 900 policiais.

Em que municípios a atividade policial fica mais prejudicada em razão da falta de pessoal? Por quê?

Na verdade, o que precisamos é que seja implantado na Polícia Federal o que nós denominamos de adicional de fronteira. Isto é, pagar um pouco mais para os policiais que trabalham em regiões inóspitas. São as fronteiras em que é mais dificil para os policiais ficarem com as famílias, por isso temos que dar algum tipo de incentivo. Isso já está sendo estudado na direção geral e esperamos que no próximo ano seja implantado, e aí vamos fixar mais policiais nessas regiões, onde sofremos mais com a falta de policiais. Temos que pagar melhor esse policiais para eles se fixarem nessas regiões e que no futuro tenhamos delagacias bem servidas. Com certeza, com o adicional de fronteiras, esse problema que possuímos será resolvido.

A cada dia mais a Polícia Federal tem recebido um número maior de atribuições. Sendo assim, o futuro candidato a uma vaga de policial federal deve apresentar que perfil, atualmente?

O perfil é de profissionais com nível superior. Todos os profissionais são bem vindos, tendo em vista que hoje nós temos delegacias que combatem todos os tipos de crime. Hoje um profissional formado em Biologia poderá trabalhar na Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico sem nenhum problema. Cada profissional terá um destino dentro da Polícia Federal tendo em vista as diversas competências que nós temos.

Os últimos concursos vêm exigindo dos candidatos uma preparação física e intelectual de alto nível, dada a competividade na disputa pelas vagas. Preparar-se com antecedência, nesses dois âmbitos, é fundamental para o ingresso na PF, uma vez que já foi anunciada a abertura de tamanha quantidade de vagas?

Com certeza, os candidatos devem se preparar com antecendência tanto físicamente quanto psicologamente, tendo em vista a forte competição. Uma das coisas que tem qualificado nossos funcionários é o salário compatível com as atividades envolvidas.

O que o senhor espera dos futuros candidatos a uma vaga na PF?

Quem procurar a Polícia Federal tem que ter perfil, tem que gostar do que faz, não pode procurar somente visando o emprego, pois com certeza ele será uma profissional infeliz. Tem que ler sobre o que a polícia faz e gostar do que está procurando.

A Polícia Federal é notadamente conhecida por agir na vigilância de fronteiras e no desmantelamento de esquemas ligados ao tráfico internacional de entorpercentes, entre outras atribuições. Especificamente no Rio Grande do Sul, em que momentos tem sido necessária a atuação da PF?

Aqui nós temos combatido todos os tipos de crime, com relação a tráfico de drogas, contrabando, principalmente no combate à corrupção. Conseguimos no último ano várias operações de sucesso, acabando com quadrilhas que atuavam no Detran, ou na Assembléia Legislativa, enfim, muitas vezes não sendo originalmente competente da Polícia Federal. Na prefeitura, temos atuado muito na fiscalização de desvio de verbas federais. O nosso objetivo principal com relação a todo tipo de crime é combater o crime organizado, nos unindo a todos os órgãos. O nosso diferencial é esse, uma integração entre Polícia Federal, Ministério Público Federal, poder judiciario, Polícia Civil e Polícia Militar, pois somente com essa integração conseguiremos acabar com o crime organizado. Só existe este tipo de crime onde os órgãos são desorganizados. O objetivo hoje, por exemplo, com o tráfico de drogas, é prender toda a quadrilha desde o traficante que está no Paraguai até o que está atuando aqui no Rio Grande do Sul. A intenção é acabar com as quadrilhas.

A Delegacia de Polícia Federal do Rio Grande do Sul é responsável por quais municípios? Quais os que precisam de mais atenção?

Além da Superintendência, temos mais 13 delegacias no interior do estado. A Superintendência atende em cerca de 80 municípios e as 13 delegacias que acabam dividindo os outros. Nós cobrimos todo o estado do Rio Grande do Sul. Devemos dar mais atenção à delegacia de Livramento, que divide com o Uruguai, onde nós temos sérios trabalhos de integração com a Polícia Uruguaia no combate à lavagem de dinheiro, ao tráfico de armas e drogas também. São as delegacias da fronteira que estamos dando maior prioridade.

Quais as iniciativas que a Polícia Federal tem tomado para promover a integração do órgão junto à população desses municípios?

Com certeza participando intensamente do Gabinete de Gestão Integrado (GGI), que tanto a nível estadual como a nível municipal, nos levam à integração e à verificação de quais os tipos de crime estão sendo cometidos na região. É através da integração com o GGI que o Pronasci nós ajuda, pois a verba do programa só é liberada para os municípios onde existem os gabinetes integrados e instalados. Eu não tenho dúvidas que, havendo uma integração com o Ministério da Justiça, a Secretaria Nacional de Segurança Pública e com a ajuda do Pronasci, conseguiremos achar uma solução para o combate da criminalidade e do crime organizado.

PF: Senado vota 2 mil vagas nesta terça

O Senado Federal deverá votar nesta terça-feira, dia 4, a proposta de criação de 2 mil vagas para a Polícia Federal (PF). A proposição faz parte da Medida Provisória 440/08 que junto com outras cinco medidas provisórias têm prioridade na votação.

A MP 440/08 que após a aprovação na Câmara dos Deputados tramita como Projeto de Lei de Conversão (PLV) 27/08, prevê a implementação de 750 vagas de agente, 400 de escrivão e 50 de papiloscopista, todos de nível superior, com vencimentos iniciais de R$7.317,18. Serão criadas ainda 650 cargos de delegado e 150 de perito, também de nível superior, que deve ser na área de Direito para delegado. Para estes, os vencimentos iniciais são de R$12.992,70.

Outras vagas - Se aprovado com a manutenção dos 2 mil cargos, o PLV 27/08 segue para a sanção presidencial, com as novas vagas se juntando a outras 1.020 (600 de escrivão e 420 de agente) previstas para serem oferecidas em concursos periódicos e que dependem apenas de autorização do Planejamento.

Quando converter em lei o PLV 27, o presidente Lula dificilmente irá vetar o reforço para o efetivo da PF, uma vez que os cargos, anteriormente previstos em projeto de lei que tramitava na Câmara, foram incluídos na MP 440 depois de acordo entra a base governista e a oposição a pedido do próprio governo federal.

Administrativos - Está previsto ainda para a Polícia Federal a criação de 3 mil novas vagas na área administrativa do órgão, com oportunidades nos níveis médio e superior. A intenção é fortalecer o quadro de apoio da corporação e liberar os agentes que estão em atividades burocráticas para que retomem as suas atribuições originais.

Teste físico - A Justiça Federal de Brasília proibiu a adoção nos próximos concursos da Polícia Federal do teste de barra fixa para mulheres na modalidade dinâmica. A decisão atende a pedido do Ministério Público Federal do Distrito Federal. A Polícia Federal já entrou com recurso sobre a decisão por entender que o teste é necessário para avaliar a capacidade física das candidatas.

Polícia Federal: concurso para 1.020 vagas

Planejamento analisa concurso para a PF

Está sob análise do Ministério do Planejamento o pedido de autorização feito pela Polícia Federal (PF) para o preenchimento das 1.020 vagas de policiais, derivadas de exonerações e aposentadorias. A informação é da Assessoria de Imprensa da pasta.

Das oportunidades, 600 são para escrivão e 420 para agente. Ambos os cargos são abertos a interessados com graduação superior em qualquer área e possuem vencimentos iniciais de R$7.317,18.

O diretor-geral da PF, delegado Luiz Fernando Corrêa, afirma que pretende solucionar essa defasagem de servidores por meio de concursos periódicos, e não por apenas uma seleção. Isto porque, na avaliação do diretor-geral, uma grande quantidade de aprovados, muito embora alivie a falta de pessoal em um só instante, dificulta uma formação com qualidade.

"Nosso limite não será mais estipulado em nossa capacidade política de buscar vagas, mas na capacidade de a Academia Nacional de Polícia promover a melhor formação para esses novos policiais. Esse será o fator que delimitará o quantitativo de vagas em cada concurso que realizarmos daqui para diante", disse.

Mais vagas - Ainda segundo o diretor-geral, o quantitativo de vagas poderá, ainda, aumentar, levando-se em conta a própria dinâmica da administração pública. "Enquanto estamos conversando aqui, pode estar sendo aberta mais uma vaga, seja por que alguém foi exonerado ou se aposentou", afirmou, para explicar em seguida como se dará a política de concursos periódicos.

"Essa é uma situação que não pode ser tratada de forma estanque. Nosso objetivo não é agir de maneira imediatista, mas implementar uma política de ingresso com regularidade. Eu não quero, em dois ou três anos, promover um ingresso massivo, de mais 5 mil, 6 mil policiais, e ficar dez anos sem fazer concurso. Eu quero, sim, realizar concursos menores, mas periódicos, continuados", disse.

PF: 3 mil vagas na área administrativa

A Polícia Federal pretende realizar mais um concurso público para área de administrativa. O órgão solicitou ao Ministério do Planejamento três mil vagas, sendo que desse total, duas mil serão destinadas para o nível médio e o restante das oportunidades para o superior. O chefe da Divisão de Recursos Humanos da PF, Jorgeval Costa, afirmou que a maior parte do quantitativo para o ensino médio será destinado ao cargo de agente administrativo.

Ainda segundo Jorgeval Costa, como estas vagas não fazem parte do quadro de pessoal do órgão, estes cargos precisam ser criados por meio de medida provisória ou projeto de lei, via Congresso Nacional. Após a aprovação dos parlamentares, faltará apenas a autorização do Ministério do Planejamento, para que possam ser iniciados os preparativos para a escolha da organizadora e, conseqüentemente, a elaboração do edital.

As vagas serão preenchidas em todos os estados do Brasil, por existir carência de servidores administrativos no órgão em todas as regiões. Segundo o chefe da Divisão de Recursos Humanos da PF, o ingresso na área administrativa poderá até liberar uma boa quantidade de policiais para suas atividades-fim, pois alguns acumulam funções.

Área policial irá oferecer 3.020 vagas. Até R$12.992

Além das oportunidades oferecidas para área administrativa, a Polícia Federal que reforçar o seu quadro da área policial. O órgão pretende preencher 3.020 vagas nos cargos de agente, escrivão, delegado e perito, todos de nível superior. Os vencimentos poderão chegar a R$12.992,70.

A Polícia Federal solicitou ao Ministério do Planejamento 1.020 vagas, sendo que 600 serão destinadas para o cargo de escrivão e 420 para agente. Essas oportunidades poderão ser autorizadas a qualquer momento. De acordo com o chefe da Divisão de RH do Departamento de Polícia Federal, Jorgeval Costa, este quantitativo será para suprir a atual carência de pessoal. "As 1.020 vagas são para uma seleção mais imediata, pois não precisam ser criadas. Elas já existem em nosso quadro de pessoal. Só falta a autorização do Ministério do Planejamento para que os preparativos do concurso sejam iniciados", destacou. As outras duas mil vagas - delegado (400), perito (400), escrivão (200) e agente (1 mil) - serão criadas a partir de uma medida provisória ou projeto de lei, pois se trata de ampliação do quadro de pessoal da PF.

Segundo Jorgeval Costa, todos os estados brasileiros serão contemplados com vagas, porém a distribuição dos servidores por região só poderá ser definida após o término do curso de formação. Os vencimentos iniciais dos peritos e dos delegados chegam a R$12.992,70, enquanto os dos agentes e escrivães atingem R$6.594,30.

O último concurso realizado pela Polícia Federal para a área policial teve o quantitativo de 2.515 vagas, nos cargos de delegado (422), agente (1.208), escrivão (491) e perito (394). Na ocasião, o processo seletivo foi composto por provas objetivas de Conhecimentos Específicos e Básicos, e uma redação, de caráter eliminatório e classificatório, além de avaliação psicológica, prova de capacidade física e exames médicos, exclusivamente eliminatório. Para quem se inscreveu para o cargo de escrivão, houve também um exame prático de digitação. O curso de formação profissional, de caráter eliminatório e classificatório, foi aplicado em Brasília.

Polícia Federal: 3 mil vagas para 2º e 3º graus na área administrativa

O chefe da Divisão de Recursos Humanos da Polícia Federal (PF), Jorgeval Costa, informou à FOLHA DIRIGIDA, no último dia 24, que das 3 mil vagas solicitadas ao Ministério do Planejamento para a área administrativa, 2 mil são para cargos de nível médio e mil para nível superior. "A maior parte do quantitativo solicitado para o nível médio é destinado ao cargo de agente administrativo", destacou.

De acordo com Jorgeval Costa, estas 3 mil vagas serão criadas por meio de medida provisória ou projeto de lei, já que elas se destinam à ampliação do quadro administrativo da PF. A expectativa do chefe da Divisão de Recursos Humanos é de que isso ocorra rapidamente, já que o objetivo do órgão é de divulgar o edital do concurso ainda este semestre.

Paralelamente a isso, já está sendo negociado junto ao Ministério do Planejamento a autorização para o preenchimento das 3 mil vagas. Jorgeval Costa informou que todos os estados serão contemplados, já que é grande a carência de servidores administrativos em todas o país. "Com o ingresso de novos servidores na área administrativa, poderemos até liberar uma boa quantidade de policiais para suas atividades-fim, pois alguns acumulam funções", disse.

Concurso anterior - A última seleção da Polícia Federal para a área administrativa ocorreu em 2004, cujo prazo de validade foi encerrado em 2006. Na ocasião, o órgão ofereceu 1.638 vagas, sendo 205 para o nível superior (iniciais R$1.000,25) e 1.433 para o ensino médio (R$758,37). O cargo de agente administrativo contemplou a maior oferta: 1.244.

O concurso foi composto de provas objetivas, com 120 questões de Conhecimentos Básicos e Conhecimentos Específicos, de caráter classificatório e eliminatório. No caso do agente administrativo, foram cobradas as disciplinas de Português, Matemática, Atualidades, Informática e conhecimentos sobre a área.

Área policial: oferta aumenta para 3.020 vagas

O chefe da Divisão de Recursos Humanos do Departamento de Polícia Federal, Jorgeval Costa, também afirmou que mais 1.020 vagas foram pedidas ao Ministério do Planejamento para a área policial, sendo 600 para escrivão e 420 para agente, além das 2 mil já solicitadas anteriormente - delegado (400), perito (400), escrivão (200) e agente (mil) - todas para nível superior. Com isto, o novo quantitativo requerido chega ao total de 3.020 vagas.

Os vencimentos iniciais dos peritos e dos delegados chegam a R$12.992,70, enquanto os dos agentes e escrivães atingem R$6.594,30.

O pedido para as 1.020 vagas possui um trâmite mais rápido, pois precisa apenas da autorização do Ministério do Planejamento, já que este quantitativo é para suprir a atual carência no Departamento de Polícia Federal. As 2 mil vagas solicitadas anteriormente precisam ser criadas, por medida provisória ou projeto de lei (além do aval do Planejamento), pois se trata de um aumento do quadro de pessoal no órgão.

Segundo Jorgeval Costa, todos os estados serão contemplados com as vagas. Porém, segundo ele, a distribuição dos servidores por localidade só poderá ser definida após a conclusão do curso de formação.

Concurso anterior - A Polícia Federal realizou concurso em 2004 para 2.515 vagas na área policial, nos cargos de perito (394), delegado (422), agente (1.208) e escrivão (491).

A seleção foi composta de provas objetivas de Conhecimentos Específicos e Básicos, e uma redação, de caráter eliminatório e classificatório, além de avaliação psicológica, prova de capacidade física e exames médicos, exclusivamente eliminatório. O cargo de escrivão ainda contava com mais uma etapa: um exame prático de digitação. Houve curso de formação profissional, de caráter eliminatório e classificatório, e realizado em Brasília (MB).